domingo, 12 de julho de 2009

Violência Gratuíta

Sinopse do dvd: "neste provocativo e brutal thriller do diretor Michael Haneke, uma família em férias recebe a visita inesperada de dois jovens profundamente perturbados. Seu descanso tão sonhado transforma-se em pesadelo quando são submetidos a inimaginávies terrores e esforços para manter-se viva."

Comentário:
Um filme doente, perturbado. Uma história doente, perturbada. Personagens doentes, perturbados. E os espectadores...bem, esses podem ser normais...rsrs. Mas depois de ver o filme até os normais ficam perturbados.
Quem viu e gostou (eu gostei) de "laranja mecânica", tem boa chance de gostar desse filme (apesar de Laranja Mecânica ser bem melhor). O nome em português diz tudo: "Violência Gratuita". Eu diria que o resumo do filme é o título em português.
Os jovens Paul e Peter mostram um jogo de crueldade sem fim, sem medo e sem nexo. Além dessa crueldade, uma outra coisa me chamou a atenção: A cena do controle remoto. Achei genial, pois mostra uma saída, um desfecho mais cruel de algo que poderia ser óbvio. Graças a essa cena o diretor pôde mostrar que teria chance fazer um fim comum, mas optou por algo mais cruel, passando a entender de que a vida (dos adolescentes) continuam como antes, sem nada para abalar as mentes doentes desses garotos. Eu citei "laranja mecânica" não por acaso, pois os jovens do filme se mostram pessoas da sociedade e não assassinos comuns. Demonstram ter um certo grau de cultura, que se vestem de acordo com o local, tem assuntos de acordo com a classe social de suas vítimas (que demonstram ter um boa conta corrente).
Bem, eu recomendo porque eu achei genial a forma de como ele foi dirigido. Realmente é um filme pesado, onde é impossível ficar indiferente após assistí-lo. Com certeza você não vai ficar tão de bem com a vida depois de ver um filme que mostra uma grande violência banal, sem dó. Duas mentes atormentadas e cruéis que mexem com o nosso humor. É aquele filme pra gostar ou odiar, sem meio termo.

Elenco:
Tim Roth (George)
Devon Gearhart (Georgie)
Brady Corbet (Peter)

Direção: Michael Haneke
Gênero: Terror
Titulo original: Funny games
Duração: 112 min.
Distribuidora: Califórnia Filmes

sobre meninos e lobos

Sinopse tirada da internet:
"Após a filha de Jimmy Marcus (Sean Penn) ser encontrada morta, Sean Devine (Kevin Bacon), seu amigo de infância, é encarregado de investigar o caso. As investigações de Sean o fazem reencontrar um mundo de violência e dor, que ele acreditava ter deixado para trás, além de colocá-lo em rota de colisão com o próprio Jimmy, que deseja resolver o crime de forma brutal. Há ainda Dave Boyle (Tim Robbins), que guarda um segredo do passado que nem mesmo sua esposa conhece. A caçada ao assassino faz com que o trio tenha que reencontrar fatos marcantes do passado, os quais eles preferiam que ficassem esquecidos para sempre."


Comentário:
Um filme de 2003, mas que merece respeito sempre. Não é o melhor de Clint Eastwood (prefiro "menina de ouro"), mas é dele. Não é o melhor de Sean Penn (prefiro "21 gramas"), mas tem ele. O filme aparentemente sem herói e sem vilão, mesmo tendo um homem mal que faz sua própria justiça e um policial honesto que desvenda um assassinato. O bom disso é que a vítima não uma vítima, e o vilão também não é vilão.
Apesar de ser drama, não tem momentos de choradeira, mas sim vários momentos de prender a atenção, deixando o espectador pensativo. Mostra como um trauma do passado interfere na mente da pessoa sempre. São 3 amigos de infância, onde cada um segue um caminho. Nem sempre o mais bonzinho segue o melhor caminho, ou o mais cruel mantém a crueldade quando adulto. O bom de filmes assim é que podemos ver isso no nosso dia a dia. Pessoas que fazem justiça ao seu modo (não estou me referindo a mesma justiça feita no filme [com mortes], e sim num modo geral), pessoas que escondem traumas do passado e não conseguem se desfazer deles, e assim vai. Quando temos certeza de que as evidências estão certas, podemos nos precipitar e fazer algo que não tem volta, mas a certeza nos faz crer que estamos sempre agindo corretamente. Algumas vezes, alguns minutos (ou horas) podem fazer a diferença.
Uma história forte, verdadeira, com pessoas comuns e sem atos heróicos ou de bandidagem. Apenas uma história com traumas e tragédias. Um filme que não tem o poder de te alegrar ou de te deixar para baixo, e sim apenas para refletir sobre amizade, mentes perturbadas, confiança (aqui entra amigos de infância, marido/mulher, parceiros de profissão,...), perda de familiares,... Como eu já disse, não é o melhor de Clint Eastwood e nem de Sean Penn, mas como sou fã dos 2, eu recomendo.
Ficha Técnica:
Título Original: Mystic River
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 137 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Site Oficial: http://mysticrivermovie.warnerbros.com/
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Clint Eastwood
Elenco:
Sean Penn (Jimmy Marcus)
Tim Robbins (Dave Boyle)
Kevin Bacon (Sean Devine)
Laurence Fishburne (sargento Whitey)
Adam Nelson (Nick Savage)
Emmy Rossum (Katie)
Cayden Boyd (Michael)
Robert Wahlberg (Kevin Savage)
Jillian Wheeler (Sara Marcum)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Até Que O Casamento Nos Separe


Ontem assistimos a peça "Até Que O Casamento Nos Separe" no Teatro Folha. Para os interessados é necessário comprar o ingresso com antecedência e corram, pois a peça ficará em cartaz até dia 30 de julho.

Achei a peça muito engraçada, os atores mostram de forma cômica como é a convivência de um casal depois de 20 anos juntos, eles conseguem arrancar muitas gargalhadas do público.

Otávio e Maria Eduarda que completam duas décadas de casamento, contam à plateia o funcionamento de sua vida conjugal com a maior sinceridade. Os contrapontos, altos e baixos e momentos inesquecíveis fazem o público se identificar e rir com o casal.

Ficha Técnica

Direção: Eduardo Martini
Atores: Eduardo Martini e Cris Nicolotti

Serviço

Local: Teatro Folha
Estréia: 24 de junho
Temporada: até 30 de julho
Horários: Quartas e quintas, às 21h
Ingressos: R$ 20,00
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

sábado, 4 de julho de 2009

Restaurante À Mineira


Para quem aprecia comida mineira, recomendo ir ao Restaurante À Mineira, localizado no Jd. Paulista. O ambiente é simpático, tem bom atendimento e muitas opções de pratos e sobremesas.
Chegamos perto do meio-dia, o que foi ótimo, pois ainda estava vazio e conseguimos nos servir com tranquilidade. Logo depois o restaurante encheu e aí era fila para tudo. O restaurante oferece mais de 50 pratos quentes, além de saladas, grelhados e sobremesas. No sistema self-service, paga R$ 24,90 e pode comer à vontade.


Nossa, eu comi um pouco além da conta! Foram 2 pratos quentes, o primeiro servi: arroz, feijão tropeiro, linguiça, couve, farofa amarela, pastéis de queijo e torresminho. E o segundo: arroz, escondidinho de carne seca, purê de abóbora, queijo de minas grelhado e mais algumas coisinhas. Depois, apesar de satisfeita, não resisti ao buffet de sobremesas, tudo muito bom!
Foi difícil trabalhar o resto da tarde, ainda mais tratando-se de uma sexta-feira. hehe Vale muito a pena, principalmente para quem come bastante.

Restaurante À Mineira

Al. Joaquim Eugênio de Lima, 697 - Jd. Paulista
http://www.restauranteamineira.com.br/

A Ilha escrito por Victoria Hislop


Acabei de ler “A Ilha”, adorei! Um romance intenso e emocionante. Uma leitura que nos faz refletir sobre algumas “tragédias” que acontecem na vida, como doenças, traição, morte, entre outras, e que precisamos ser fortes para enfrentar, onde o amor e a vida continuam mesmo diante dessas circunstâncias. A personagem principal do livro é um exemplo de coragem e força, ela conseguiu superar todos os obstáculos que surgiram.
O livro conta a história da família Petrakis que viveu em Plaka, um vilarejo de Creta na Grécia e que foi abatida pela lepra. A escritora detalha muito bem sobre a lepra, o sofrimento e o preconceito dos doentes, sobre alguns costumes dos gregos e os locais onde a história é passada, despertando uma curiosidade em visitar a Grécia, principalmente a ilha de Spinalonga. Depois de ler este livro, busquei algumas fotos da ilha e é fascinante. Spinalonga realmente abrigou uma colônia de leprosos no século XX.

SINOPSE: Alexis Fieldings está determinada a descobrir o passado da sua mãe, Sofia. Mas Sofia nunca comentou sobre ele, apenas contou que cresceu numa pequena aldeia em Creta antes de se mudar para Londres. Quando Alexis decide visitar Creta, sua mãe lhe entrega uma carta e pede para procurar uma velha amiga e promete que através dela, Alexis vai descobrir seu passado. Quando chega a Creta, Alexis conhece a ilha Spinalonga e descobre que antigamente esta ilha foi uma colônia de leprosos. Após encontrar Fotini, ela finalmente ouve a história que Sofia escondeu toda a vida: a história da sua bisavó Eleni, das suas filhas e de uma família que foi assombrada pela lepra.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Pedaço da Pizza


Depois de um ano sem comer pizza, matei minha vontade. Fomos no "O pedaço da pizza", são quatro lojas em São Paulo, fomos na loja do Paraiso. O lugar é bem simples e objetivo, você faz o pedido, paga, depois vai ao balcão para pegar seu pedido e pronto, é só saborear sua pizza. É um pouco demorado, estava bem cheio, mas gostei bastante.

No cardápio tem 15 opções de pizza e 4 opções de calzones. No dia que fomos, tinha somente 4 opções de sabores. Pedi pizza de frango com catupiry (foto), muito boa e a outra de tomate seco com rúcula. Os pedaços são grandes e bem recheados, custa na média de R$ 4,00 à R$ 5,50 cada fatia e temos que comer com as mãos os enormes pedaços, o que acaba deixando o ambiente mais descontraído.
Comi os dois pedaços e fiquei bem satisfeita, mas não consegui resistir e acabei pedindo a pizza doce de chocolate com morango, essa é pra poucoss!!! Vale a pena conferir!!!


O pedaço da pizza

Rua Rafael de Barros, 87 - Paraíso - São Paulo

http://www.opedacodapizza.com.br/

Chickenfoot


Olá pessoal, hoje eu venho aqui escrever sobre uma nova banda que está dando o que falar. A banda é nova, mas os integrantes são velhos conhecidos no mundo do Rock: Chickenfoot
Formada por Sammy Hagar e Michael Anthony (respectivamente ex-vocalista e ex-baixista do Van Halen), Chad Smith (baterista do Red Hot Chili Peppers) e o guitarrista Joe Satriani, Chickenfoot se formou meio sem querer. Chad tem uma casa perto do restaurente de Sammy, em Cabo San Lucas (México), e aí veio por brincadeira a vontade de se apresentar em bares, tocando covers de várias bandas. Não demorou para que Michael e Joe se juntassem a banda, e aí veio a vontade de fazer músicas próprias. Pronto, assim se formou o Chickenfoot.
Quando soube da banda, achei que era mais um marketing do rock, querendo ganhar dinheiro com mais um grupo mercenário, que usa do seu passado (no caso, passado dos integrantes) para lucrar nos dias de hoje. Mas ao ler mais notícias e ouvir o Cd, vi que o negócio é bom mesmo. O grupo saiu em turne e está se dando muito bem. Achei o som meio parecido com o Van Halen (o que pra mim é excelente), com uma bela voz e uma excelente guitarra (a musicalidade do VH fica nítida ouvindo o backing vocal na faixa "my Kinda Girl", por exemplo), mas há quem diga que o Cd é algo diferente das bandas envolvidas.
Opiniões a parte, acho que vale à pena conferir. Creio que eles não vão levar por muito tempo essa banda, parece mais pura diversão, mas pra quem gosta de Hard Rock, está aí uma boa dica. Um rock não pesado, mas com muita força, gostoso de se ouvir.
Excelente para os adolescentes ouvirem coisas novas de pessoas antigas, e pros antigos como eu, matarem saudades de um belo Rock n' Roll.
O clipe que achei na internet não é das melhores músicas do álbum (Oh Yeah), mas mesmo assim vale conferir. No youtube tem vários vídeos das apresentações da banda, e todos aparentemente filmados de aparelhos celulares. Mas pra quem quiser conferir a performace ao vivo, está aí a dica.

1 - Avenida Revolution
2 - Soap On A Rope
3 - Sexy Little Thing
4 - Oh Yeah
5 - Runnin' Out
6 - Get It Up
7 - Down The Drain
8 - My Kinda Girl
9 - Learning To Fall
10 - Turnin' Left
11 - Future In The Past

abç, e até a próxima