segunda-feira, 8 de junho de 2009

A mulher invisível

Olá pessoal.
Vamos a mais um filme nacional: A mulher invisível
Nem vou colocar a sinopse, pois no site oficial temos muitas coisas boas. Vou direto ao elenco e comentário.

Elenco:
Selton Mello (Pedro)
Luana Piovani (Amanda)
Vladimir Brichta ( Carlos)
Maria Manoella (Vitória)
Fernanda Torres (Lucia, irmã de Vitória)
Maria Luísa Mendonça (Marina, esposa real de Pedro)

Comentário:
Dessa vez eu não estava sozinho na sala de cinema, e sim acompanhado de uma bela mulher, minha amiga invisível...rsrsrs.
O filme começa meio acelerado, deixando uma boa impressão, mas depois de quase 1h vi que não é bem assim. Mas aí percebi que, não é o filme que é ruim, e sim o trailer que dá uma visão diferente do que o filme realmente é. No trailer dá a impressão de que se trata de uma bela comédia, onde só tem palhaçada, mas o que eu percebi do filme é que mostra a parte da cabeça do ser humano, onde por muitas vezes resolvemos montar nosso próprio mundinho. Dei boas risadas, é claro, pois mais uma vez Selton Mello está dando um show. E não tem como não comentar a beleza de Luana Piovani. Meu Deus, que mulher!!!!!!!Se algum dia eu ficar louco e tiver uma namorada imaginária, com certeza será ela a escolhida.
Bem, mas voltando ao filme, só dei conta de que o filme não é bem só uma comédia, quando Pedro está no hospital e pede para o Carlos verificar se sua vizinha Vitória realmente existe ou se é mais uma de sua imaginação. E foi aí que eu percebi que o filme é bom. Apesar de ser um trecho bem engraçado, vi que a mensagem passada é além de boas risadas.
Está longe de ser mais um belo filme com Selton Mello (O auto da compadecida, O cheiro do ralo, Meu nome não é Johnny,...) mas eu recomendo sim, com a ressalva de esquecer o trailer.
Ah, e se eu falei mal do tal trailer, porque estou colocando-o na resenha? Oras, para poder ver a lindíssima Luana Piovani mais um a vez!!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Budapeste


Domingo fomos ao cinema. Nossa intenção era assistir outro filme, mas como já estava lotado, acabamos vendo “Budapeste”, baseado no livro de Chico Buarque. Achei o filme um pouco confuso e sem graça. Não li o livro, talvez para quem tenha lido e depois assistido ao filme seja mais interessante.
“Budapeste” não deixa muito clara sua real história, o que acaba complicado de seguir o filme. Em alguns momentos dava a impressão de que ia melhorar, mas a história se perdia novamente. É mais um filme brasileiro com várias cenas de nudez e sexo. Não que seja um ponto negativo, mas não vi muito sentido em tantas cenas da nudez feminina.
Não recomendo ir ao cinema para assisti-lo, se por acaso alguém tiver interesse, espera lançar em DVD para alugar, vale mais a pena.

Sinopse: “Budapeste” conta a história de José Costa (Leonardo Medeiros) um escritor anônimo, especialista em escrever livros para terceiros, mas que não tem reconhecimento com isso, tornando-se uma pessoa frustrada e insegura, ainda mais porque sua esposa Vanda (Giovanna Antonelli) é uma famosa apresentadora de telejornais. Depois de conhecer Budapeste, sua vida toma outro rumo, Costa conhece Kriska (Gabriella Hámori) e com ela aprende húngaro e se apaixona. Durante as idas e vindas entre o Rio de Janeiro e Budapeste, Costa fica separado entre dois continentes e divido por duas mulheres.

Duração: 113 min.
Direção: Walter Carvalho
Gênero: Drama
Origem: Brasil/Hungria
Ano: 2009

terça-feira, 2 de junho de 2009

Joe Purdy

Depois de ouvir a música “Wash Away” de Joe Purdy no 3º episódio da 1º temporada do Lost, fiquei curiosa para ouvir outras músicas do cantor e conhecer um pouco mais do seu trabalho. Joe Purdy é cantor e compositor folk americano com dez álbuns gravados, mas apenas sete foram liberados para comercializar. Ele também compôs uma música para a série Grey's Anatomy, "The City".
Gostei bastante do som, pois é calmo e relaxante. Lembra um pouco Jack Johnson e Bob Dylan, com violão e gaita. Não é o tipo de música que se ouve em qualquer momento, pois suas melodias são bem calmas, boas para ambientes tranquilos. O álbum de maior sucesso é “Julie Blue”, lançado em 2004. Tem 11 faixas incluindo a música "Wash Away". Este ano lançou o CD “Last Clock On the Wall”, com 10 faixas. No site do cantor é possível ouvir as faixas dos 2 CDs citados. Já ouvi os dois e recomendo.



Moleque doidão e Anderson bilingue


Olá pessoal.
Essas pessoas 'normais' da foto acima são os nossos correspondentes internacionais (Califórnia - USA), que resolveram dar o ar de graça e mandaram alguns vídeos comédias. Vamos a eles:

"O garotinho sabe a letra na parte que diz:
" ... She turned around and gave that big booty a smack "
Ele dá um tapa na própria bunda ... um booty smack hauhauah
Vai aí ...





"Você tem vergonha de falar inglês???? Pois não deveria
Dá uma olhada nisso!!!! Verbo "to be"??? Pra que se vc pode usar o verbo na forma imperativa ??? Portuinglês funciona!
E quer saber de uma coisa, o cara mandou muito bem, pq se a intenção era só se expressar, tá aí, gente, não tenham vergonha, ninguem aqui é famoso pra falar em rede nacional haaha"



Valeu Karlinha e Tiago..abç do prapoucos!!

Moinho de Pedra

Olá pessoal, estou aqui para publicar mais uma dica da nossa seguidora Luciana Hitomi (Hi Lux). Sempre com suas comidinhas diferentes...rsrs



"Aí vai uma dica para os apreciadores de uma comidinha natural (e pra quem nunca experimentou vale a pena conferir e quebrar mais um tabu...). Na realidade o restaurante que vou lhes apresentar é classificado como Ovolactovegetariano.

Moinho de Pedra:
Já conheço esse cantinho faz uns 4 anos. Lugar super aconchegante, com uma decoração nadinha convencional, com móveis rústicos e mesas com cadeiras de diferentes formas e tamanhos... resumindo: um lugar bem acolhedor.
Logo na entrada o restaurante possui um Empório que vende produtos naturais dos mais diversos, livros sobre alimentação vegetariana e afins. Seguindo em frente, você se depara com a bancada onde fará o seu pedido. O atendimento deixa um pouco a desejar, e para quem nunca foi, fica um pouco difícil saber como é o sistema de pedido, e isso dificulta na hora da escolha (sugiro um pouco de paciência com as atendentes, pois elas não possuem muita prática...rsrsrs).
São oferecidos saladas, sanduíches e o sistema principal e mais pedido – o prato do dia, que na verdade tem em duas opções (sendo uma delas sempre uma massa) e vem acompanhadas de sopa ou salada. No caso da opção massa, você pode pedir ½ porção, mas aí os acompanhamentos não estão inclusos e, caso queira, será cobrado a parte. Caso você não queira optar pelo prato do dia, há outros pratos ótimos (a minha dica são as tortas!!!). Há também diversos tipos de sucos, feitos na hora!!!
Nesse dia optei pelo sistema avulso: pedi um quibe de tofu com legumes, uma salada avulsa e um risoto feito com arroz com 7 cereais, tomate, pimenta e cogumelos. Nunca havia comido esse risoto... maravilhoso!!! E de sobremesa, pedi o meu preferido: torta de banana com ricota e creme de baunilha...sem igual!!! Há uma variedade tremenda de sobremesas, incluindo os sem açúcar, como strudel de maçã e torta de amêndoas.
Sugiro que cheguem cedo ao local, pois o lugar enche mesmo!... Eu procuro sempre chegar por volta do meio-dia, pois assim dá pra fazer o pedido com tranqüilidade e achar um lugar bem aconchegante pra sentar e saborear a comidinha.
A minha opção não saiu muito em conta (R$44,90), mas pelo menos uma vez ou outra, vale a pena desfrutar de um lugar simples e agradável.
Quem gosta de um cafezinho pra finalizar a refeição, há também um balcãozinho onde você pode degustar um (orgânico, é claro!).
Bem, espero que um dia possam ir conhecer esse cantinho de São Paulo.
Bjinhossss
PS: mais uma dica...comprem o Brownie de chocolate (chocolate meio amargo, farinha integral, açúcar mascavo, nozes, muitas nozes!!!). Ele é vendido no Empório e custa R$3,00."

Luciana Hitomi




Informações
http://www.moinhodepedrarestaurante.com.br/

Como chegar?
Rua Francisco de Moraes, 227
Chácara Santo Antônio
CEP 04714-010
São Paulo - SP - Brasil
Telefone: (11) 5181-0581

Preços e Formas de Pagamento

Prato do Dia: de Segunda a Sexta R$ 25,00 / Sábado R$ 30,00 - acompanha uma salada ou sopaSucos:de R$4,00 a R$ 7,00Sobremesa: Semana R$ 7,50 a R$ 8,50 - Sábado R$ 8,50
Sanduíches: R$ 18,50Saladas: Pequena R$ 15,50 / Grande R$ 18,50
Tickets: VR, Ticket Restaurante
Cartões de Crédito: Visa, MastercardCartões de Débito: Visa Electron, Redeshop

Horários
Segunda à Sexta das 8:30 às 17:30 hs
Sábado das 9:00 às 17:00 hs

Divã

Filme: Divã

Elenco:

Lilia Cabral (Mercedes)José Mayer (Gustavo)
Alexandra Richter (Mônica)
Cauã Reymond (Murilo)
Reynaldo Gianecchini (Theo)
Eduardo Lago (Carlos Ernesto)
Paulo Gustavo (René)
Duda Mamberti (Padre)
Julianne Trevisol (Ju)
Johnny Massaro (Filho de Mercedes)
César Cardareiro (Filho de Mercedes)

Dessa vez não vou colocar a sinopse, vou direto ao comentário.
- comentário:
Encarei um cinema numa segunda-feira bem fria. Fui sem rumo para ver um filme sem esperar nada dele. Fiquei surpreso. Um filme muito bom. Apesar de ter dado várias risadas, eu o classifico como Drama.
De acordo com o nome, claro que o filme se passa numa sessão de psicanálise, mas isso é um mero detalhe. Mostra a vida de uma mulher de meia idade onde o casamento se encontra na mesmice e sem perspectiva de melhoras. Aquela felicidade estacionada com o freio de mão puxado, porém num local seguro. Apesar de ser atual, acho difícil passar isso para os casais de agora. Digo difícil porque os casais de hoje são diferentes, pois a facilidade de separação tira um pouco a vontade de superação diante dos problemas. E o bom do filme é que Mercedes (Lilia Cabral) não sofre com o casamento e até demonstra um certo amadurecimento ao encarar alguns problemas, ou seja, e foco do filme é outro.
Gostei porque tem muitas (e boas) frases de efeitos, palavrões na medida certa, uma bela trilha sonora com músicas retratando exatamente a situação da cena, e uma excelente atuação de Lilia Cabral.
Muitos podem encarar como mais um filminho nacional, mas na minha interpretação, passa uma boa mensagem da vida feminina pós 40 anos. A visão masculina ficou de lado, e o que vou guardar do filme não é aquele lance da mulher querer sair para se divertir tentando passar uma imagem de que está tudo ótimo, e sim de como encarar uma vida "pós mesmice".
Não vou comentar mais nada para não contar detalhes, mas quem quiser saber mais sobe o motivo de eu ter gostado do filme e tê-lo classificado como um drama, é só entrar em contato por comentários ou via e-mail (que está no meu perfil de colaborador).
Em resumo: recomendo este filme para todos, mesmo estando próximo ao dia dos namorados...rsrs
Até semana que vem, com mais um cineminha.
abç
Efiii Levy

Curiosidades no mundo do Rock

E eles diziam: "rock and roll"!
Era com esta gíria que os negros americanos, no começo da decada de 20, descreviam o ato sexual dos verbos "to rock" (balançar) e "to roll" (mexer).
Em 1922, Trixie Smith grava um blues com o nome de "My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)", algo do tipo "Meu pai me balança (com um rolar ritmado)".
Depois de quebrar as barreiras do preconceito, isso lá pela década de 40, o “rhythm’n’blues” alcança os ouvidos dos jovens brancos, e em 1951 é apelidado de "Rock and Roll" pelo DJ americano Alan Freed, em seu programa de rádio.
No mesmo ano, "Rocket 88" é gravado por Jackie Breston and Delta Cats produzidos por Sam Phillips (não é o mesmo da TV, ok? rs), que anos depois também lançaria um cara chamado Elvis "The Pélvis Presley”. "Rocket 88" é considerado um dos maiores sucesso do “rhythm’n’blues”, que foi regravado depois por Bill Halley & His Comets se tornando o primeiro sucesso da carreira de Bill.
Em 9 de julho de 1955, “Rock Around The Clock” de Bill Halley chega ao topo da parada pop da revista Billboard e fica lá em cima por dois meses, se tornando o primeiro “Rock and Roll” a atingir as paradas! Vale lembrar que esta música fez parte da trilha do filme “Sementes da Violência” (Black-board Jungle). Este filme falava da delinquência juvenil, e na hora que entrava a música, o som era desligado, porque a galera se empolgava e destruía as salas de cinemas dançando em cima das cadeiras.

Depois de acabar com alguns cinemas por ai a fora e fazer muita gente balançar, em 21 de abril de 1956, outra canção entrava na parada e se tornava a nº. 1 novamente. Desta vez foi com a música “Heartbreak Hotel” de Elvis Presley, mas esta já é outra história!
Até mais.